"É a vida, mais que a morte, a que não tem limites."
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domingo, 5 de fevereiro de 2012

"A ÚNICA RIQUEZA É VER"

Foi aniversário dela. De presente, dei a ela uma viagem. Aliás, essa é uma combinação nossa que já dura alguns anos.
O que é efêmero, permanece. Assim creio.
Serão dela, para sempre, o mar sem fim, o sol, as ondas,os golfinhos, a chuva, a emoção da tirolesa. Vai perdurar a noite em que mostrei a ela o Cruzeiro do Sul e as Três Marias, só nós duas, o céu e o oceano. Ela vai continuar sendo Michael Jackson, andando de bonde e na corda bamba. Estaremos juntas, e com  os amigos. Sendo felizes.
Assim foi, assim é. Tudo maior do que os olhos vêem, do tamanho que a vista e o amor alcançam.
Um tempo que ela já definiu melhor do que eu:
"Mãe, por que tem dia que são muitos?"

(Mais de nós aqui: Blog da Vovó...mas não só )




segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

DANDO LAÇOS, DESATANDO NÓS


Nesse final de semana minha avó fez 90 anos. 
Ao longo do nosso tempo juntas, as memórias mais carinhosas são da sua linda voz cantando, das suas histórias antes de dormir e dos famosos bolinhos, que de tão bons são conhecidos como os "bolinhos da Tia Anastácia". E que ninguém, ninguém mesmo, é capaz de fazer igual.
Minha avó foi lindíssima na juventude e continua bonita. Surpreende a todos pela energia, pela fé e principalmente pela capacidade de comer de tudo... Mas sua memória a trai muitas vezes. Os irmãos que ela não encontrava há anos vieram para a comemoração e havia a expectativa se ela os reconheceria ou não... E ela ficou, sim, muito feliz com a presença deles, que ficaram o tempo todo ao lado dela. Parte da família se reencontrou, parte se conheceu naquele momento... E as duas mais novas bisnetas, de 4 meses, se viram pela primeira vez.
Minha avó já não é capaz de morar sozinha, precisa de ajuda para algumas tarefas cotidianas. Todavia, mantém intactas suas preferências, faz suas escolhas e até briga por elas algumas vezes!
Observando a festa, as pessoas e especialmente minha avó, refleti sobre uma questão que tem me rondado: independência x autonomia.

Para mim, a independência tem um caráter objetivo, refere-se à questões de ordem prática, que nos permitam sobreviver sem ajuda. Ter um bom salário, um lugar para morar, poder se locomover sozinha... Tudo isso e ainda mais pode nos fazer independentes. Buscar a independência é uma das condições para alcançar a liberdade.
Mas sobreviver só, não basta... O importante é VIVER. Por isso, para mim a autonomia é mais importante que a independência. Autônomo é quem cria suas próprias regras - e que tem a liberdade de recriá-las, se for o caso. Autonomia está ligada à questões subjetivas como liberdade de escolha, definição de objetivos e metas, enfim, de assumir o leme da própria vida. Em diversos momentos, pode ser que sejamos dependentes de ajuda externa, assim como as crianças, os idosos, os deficientes. Ou mesmo quando um revés nos atinge. Mas quem é autônomo tem a capacidade de escolher seus caminhos, de se reinventar. Pode escolher até mesmo não agir.
Lutar pela independência pode implicar em confronto, ao passo que a autonomia é sempre uma atitude positiva. Autonomia é liberdade. Mesmo em uma prisão, ainda se pode fazer escolhas, evoluir. Importante dizer que quem é autônomo pode não ter independência em alguns aspectos, mas não é nunca dependente, ao não se deixar prender por expectativas alheias, por convenções, por medos.
A busca excessiva pela independência pode acabar em solidão, na medida em que se acredita prescindir de outros. Enquanto ser autônomo é ser livre para escolher as companhias, sem ter medo das relações que se estabelece. É ter confiança em si e no próximo.
Quem quer ser independente a ponto de apartar-se também das relações pessoais, na verdade está abrindo mão da sua autonomia. Está deixando de decidir, de experimentar, de ousar. Está dando nós, e não criando laços. Torna-se, apenas, um sobrevivente.
Enfim, quem é independente tem controle dos aspectos práticos da própria vida, enquanto quem é autônomo tem poder sobre si mesmo. 
É isso que quero para minha filha: que ela busque - e encontre - sua independência, mas principalmente, que tenha autonomia. 
Que faça laços e não ate nós.

"Happines (is) only real when shared"

Esse texto foi uma das causas dessa minha reflexão:
Aline tem todo o tempo do mundo

Recomendo muito esse filme, baseado em uma história real:
Na Natureza Selvagem (Into the Wild)

Texto do blog "O que der e vier" que também fala sobre conceitos semelhantes e distintos (esse blog é otimo):
Sobre modéstia e humildade



terça-feira, 7 de julho de 2009

"AS COISAS LINDAS SÃO MAIS LINDAS QUANDO VOCÊ ESTÁ"


Neste final de semana fui a um casamento.
A cara dos noivos, como tem que ser. Muito bonito, e também inusitado. Teve até votos de "sexo sem pudores" e um beijo gay no meio da pista de dança, já tarde da noite. Algumas pessoas ficaram chocadas, outras surpresas, outras, ainda, acharam tudo muito normal.

É muito bonito quando família e amigos se reúnem para desejar felicidades a um casal. Tenho a certeza que tantas vibrações positivas acabam, sim, acrescentando ao menos um pouquinho a mais de alegria à vida do novo par. A maior responsabilidade é deles, mas tanta gente junta querendo o bem algum resultado positivo há de dar...Eu fiquei contente por estar lá, entre tanta gente querida, partilhando comida, bebida, música e risos.

No fim da festa, minhas sobrinhas gêmeas de seis anos conversavam. A loira diz:

- Sabia que os números são infinitos? Infinito é coisa que nunca acaba, como o amor.

A morena, assertiva:

- Ah, não! Como o amor, não! O amor, às vezes acaba...

Minha menininha de cachos não se ligou muito na cerimônia ou ponderou sobre o amor. Quando perguntei sobre o que ela mais gostou, respondeu prontamente: da piscina e de brincar! E me perguntou se poderá levar a cestinha com as alianças quando eu me casar, visto que ela foi dama de honra em outra ocasião e gostou bastante! Como deve ser aos cinco anos de idade, não está ainda interessada em romances.

Mas eu sou mais complicada que minha menina. Menos romântica que minha sobrinha loira, tendo a concordar com a morena. E me peguei, mais uma vez, pensando nas belas palavras de São Paulo sobre o amor, lidas pela irmã da noiva na cerimônia:

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos; mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.

Devia ser simples, o amor... Mas não é! Não é fácil, nem perfeito e nem sempre feliz. Mas é bom, ah, se é! O amor é sempre o todo, inteiro. Pleno ao se bastar em si mesmo. Porque não se deve amar esperando retribuição, embora, contraditoriamente, eu não acredite em amor não correspondido. Relacionar-se é sempre uma troca.
Amar verdadeiramente é mais raro do que deveria ser. Mas por isso mesmo, merece todo o cuidado e vale sempre a pena ser vivido plenamente.
"Tarefa pra gente grande, tanto quanto pode ser o coração de quem ama".



terça-feira, 21 de abril de 2009

Pipas no céu de abril

Céu azul.
Deitada na rede, observo, à luz da luminosidade de abril, minha menina na piscina.
Ela e as gêmeas brincam, no mundo à parte que as crianças felizes sabem construir. De vez em quando, ela me olha e sorri.

A localização privilegiada da chácara onde estamos permite ver ao longe a Basílica Nacional. A Mãe nos observa e cuida de nós à distância, assim como eu faço com minha filha. Amar é isso: cuidado, mas com liberdade.

No alto, bailam pipas coloridas. E penso que é assim minha relação com minha criança: quero impulsioná-la para que ela voe cada vez mais alto. Livre, feliz. Mas ainda ligada à mim. Por um fio delicado, sutil, quase invisível. Mas que saberá guiá-la e orientá-la vida afora.

O Amor. Simples assim.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Festa!

Minha menina cresceu.
Fez cinco anos este mês, e sábado foi a festinha dela.

No dia do aniversário fiz uma "festa do pijama", ela e a gêmeas de roupa de dormir. Comemos pipoca, carolinas e bolo. Elas adoraram!

E neste fim de semana, festa com a família e amigos queridos.
Aqui faz muito calor e o dia estava particularmente quente. O evento foi em uma chácara da família, e enquanto eu e minha tia querida arrumávamos a decoração da fada Sininho e suas amigas, minha filha e as primas aproveitaram o dia para nadar.
Na hora da festa, estava tudo lindo - e simples. Nada de bexigas - pedido da aniversariante. Tudo sem exagero, mas na medida para receber a família e amigos mais chegados.
Minha menina linda estava feliz e ela e as crianças brincaram bastante, usaram muito a imaginação, correram, inventaram... Eu fiz questão de não alugar nenhum daqueles brinquedos em que as crianças passam longos minutos esperando na fila para depois brincarem de maneira solitária. Queria crianças de todas as idades brincando juntas, interagindo. E deu certo! Minha pequena que está crescendo teve um dia muito feliz e uma festa como tinha imaginado, comeu suas delícias favoritas (o bolo no meu colo), brincou e compartilhou sua felicidade.

Esta festa vai ficar para sempre na minha memória, porque para realizá-la muita gente me ajudou. Eu estou trabalhando muito, o dinheiro está apertado. Então contei com uma rede de pessoas queridas - minha irmã, minha mãe minhas tias e tios, primos, amigos que ficaram o dia e a noite enrolando docinhos... Enfim, cada um deu a mim e a minha filha um presente que não tem preço.
Eu pude fazer pouco, comparado com o tanto que me ajudaram. Mas bordei o vestido que minha menina usou, e meu amor estava junto dela o tempo todo. O vestido cheio de brilho ajudou a iluminá-la ainda mais no seu dia especial!

E no dia da festa, o Pai de todos nós também nos presenteou com um dia lindo e sem chuva, afastando as nuvens e temporais que têm desabado diariamente por aqui.
Que assim seja também a vida de todos nós, e que embora as tempestades caiam, que o sol brilhe sempre nos momentos importantes, iluminando para sempre nosso trajeto e nossa memória.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Sabor da Serra - Gomeral


(Update: esse restaurante fechou. Para quem chegou até aqui procurando informações de restaurantes no Gomeral, recomendo: 
Tao do Gomeral
Página do TAO do Gomeral no Facebook


Neste domingo, estive perto do céu.
Eu, minha menina e minhas sobrinhas gêmeas - a loira e a morena - passamos o dia no Restaurante "Sabor da Serra Gomeral."
Um lugar lindo, que fica no alto da Serra da Mantiqueira, na divisa de Guaratinguetá e Campos do Jordão. Existem hortênsias azuis, roxas, rosadas por todos os lugares. O pessoal da casa é absolutamente gentil e gosta de conversar sobre as belezas da região.

Olhando as fotos, não dá para acreditar que estamos em dezembro. A neblina ia e vinha, deixando as meninas felizes por estarem dentro das nuvens. Nos momentos claros, víamos diversas cidades do Vale do Paraíba. À esquerda, uma cachoeira ilumina um paredão de pedra.





Antes do almoço fizemos uma trilha até uma queda d’água. Uma aventura para as crianças! No caminho, elas viam fadas e duendes...Cuidadosamente, passamos por pontezinhas cobertas por tampinhas de garrafas, nos seguramos em troncos e raízes de árvores, caminhamos sentindo o cheiro da terra molhada.






O cardápio do restaurante foi pensado na medida exata, privilegiando a culinária caipira e trutas pescadas nos rios da região. Neste domingo, além das opções do cardápio, estava disponível uma feijoada feita no fogão à lenha. Além de deliciosa, combinou com o friozinho do dia.


Depois do almoço, fiquei apreciando a vista do deque e jogando conversa fora, enquanto as crianças faziam novas descobertas. Encantaram-se com borboletas, flores, frutas e insetos. Minha sobrinha loira pegou nas mãozinhas um besouro. Minha menina admirou a coragem da prima!








Voltamos para casa ao cair da noite. Enquanto ao longe as luzes das cidades se acendiam, vagalumes iluminavam nosso caminho.
Sempre há uma luz na escuridão para nos mostrar o caminho de volta...


quarta-feira, 5 de novembro de 2008

De crianças e andorinhas

Eu sou uma árvore.
Cresci espalhando meus galhos em muitas direções, cada vez mais alto. Mas entre viagens e mudanças de endereço, lancei minhas raízes cada vez mais fundo na cidade do meu coração.

Eu e minha menina ficamos dez dias por lá. Ela absolutamente feliz por não ser mais ilha, por estar rodeada de tantas crianças, bichos, avós, tios, tias... Alegria sem tamanho!

Foi aniversário de 15 anos da minha sobrinha linda. Ela foi minha primeira filha, a criança que me ensinou o amor acima de todas as coisas. Eu me perguntei algumas vezes se seria capaz de amar outra criança tanto quanto ela. E aprendi que o amor se multiplica.

Lá estava sol e calor. Minha filha nadou muito, até aprendeu com o Tio João a "nadar" sem bóia. Uma graça a coragem dela, tão destemida, tentando de novo mesmo quando afundava. Em uma noite quente e perfumada, sentada no meu colo, ela viu vagalumes pela primeira vez.
Tivemos ainda a sorte de participar da celebração dos 30 anos de casamento de meus tios, que aconteceu no lugar mais mágico que conheço. Minha menina neste dia dormiu lá, "sem mãe e sem pai", e se divertiu muito! Ficamos as duas orgulhosas, porque ela não chorou, ao contrário!

E no sábado pude fazer com ela e com as gêmeas o passeio que fazíamos quando morávamos por lá. Ela pediu porque não se lembra mais... Dois anos só!
Fomos à praça, comemos pipoca e paçoca de pilão (íncomparável), ao Mercado Municipal, à Estação Ferroviária... E eu e minha mãe vimos o velho pelos olhos dos novos. E tudo ficou ainda mais lindo!

Na chegada e no dia anterior à volta, ficamos na casa do Vovô. Outra realidade, cidade grande, apartamento pequeno. E ela mais uma vez apreciou a experiência e fez muita bagunça com o meu pai!

Agora, estamos de novo na Ilha. E para mim ficou a imagem das andorinhas que entravam e saíam do teto da casa, tão parecidas com as crianças que estavam ali, em sua algazarra, liberdade e beleza.


Para saber mais:

http://www.agostinhodapacoca.com/

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Qual a sua idade?

Observei um fenômeno curioso neste último domingo, dia de eleições. As mulheres mais velhas vestidas como adolescentes e as adolescentes vestidas como mulheres mais velhas. Parece que todo mundo quer ter 25 anos, a não ser quem tem 25 anos!

Não sei se isto se repete Brasil afora, mas me incomodou bastante. Cada fase da vida tem seus encantos. Em cada idade nos cabem privilégios. Eu fui feliz quando criança, quando adolescente, quando adulta jovem. Eternizo estes bons momentos na memória e não no meu guarda-roupas!

Felizmente minha filha estuda em uma escola que não é adepta de modismos. Não sei se por ter mais meninos que meninas.

A vaidade da minha menina ainda é bastante lúdica, como convém a uma criança de 4 anos. Ela gosta de roupas coloridas (de preferência rosa, argh!!), de fantasias, de enfeites brilhantes. Eu ainda estou no comando das compras e escolha de roupas. Aliás, evito levá-la comigo às compras, tento não incentivar o consumismo. Evito particularmente peças que exibam a marca com destaque, como uma certa "rata". Também não compro para ela roupas de "adulto em miniatura".

Existem na minha família certas peças de roupa que vão passando de uma criança a outra. A mais antiga delas é um casaco de lã, que foi meu quando eu tinha uns 4, 5 anos e depois foi usado por grande parte da família, irmãos e primos. Claro, graças ao fato de eu quando criança morar em uma região de clima quente e invernos amenos! Ver minha menina de cachos com este casaco me lembra que o tempo não pára, mas se perpetua. A criança que fui está viva na minha filha.

E se as lágrimas saberão seu caminho através das rugas que irão surgir, também os risos deixarão marcas permanentes. No rosto e no coração.


(Minhas marcas brasileiras preferidas de roupas para crianças:







Infelizmente, onde moro não vende... Sonho de consumo, especialmente a green fairy: http://www.kidorable.com.br/ )
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segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Ilhas

Minha filha tem irmãos (por parte de pai), mas não convive com eles, devido a distância. Eles se amam, fazem a maior festa quando estão juntos, mas quase não se vêem.
Nossa família - eu, ela e o pai - é uma ilha, assim como o lugar em que moramos.
Os avós, os tios, primos, moram todos longe.
Eu sinto tanto que ela não tenha o que eu tive na infância!
Minha irmã sempre foi minha companheira de brincadeiras. Meu irmão veio bem depois e foi nosso bebê. E depois, quando morou comigo, meu amigo. Tempo tão bom! Ai que saudades!
Minha menina merecia ter os tios bem pertinho!
E nada como as tardes nas casas dos avós, abrir a geladeira cheia de "confort foods", desbravar os quintais, ficar perto do melhor carinho do mundo!
Vô e Vó são coisas como não há igual no mundo de tão bom! E os da minha menina de cachos estão tão longe...
As primas gêmeas são quase da mesma idade, a adolescente poderia ser um modelo de beleza e um aprendizado de comportamento, elas todas perdem tanto com esta distância.
Eu queria tanto, tanto todo mundo bem pertinho...

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