Tenho pouquíssimos ídolos. Na maioria, gente comum que fez a diferença na vida de pessoas comuns, ao agir de maneira incomum. Pessoas capazes de inspirar e multiplicar o bem, na mais ampla acepção da palavra. Betinho foi um deles. D. Zilda Arns, outra.
Brasileira incomparável, incansável em seu trabalho sério e exemplar à frente da Pastoral da Criança. Ressaltando que a Pastoral da Criança está acima e além de diferenças religiosas.
Falando sobre a mãe, Nelson Arns deu ao jornal "O Globo" uma declaração que, creio, resume quem foi D. Zilda Arns. Para ele, ela cumpriu sua missão e morreu fazendo o que gostava:
- Arriscaria dizer que, se ela soubesse que, indo para o Haiti, iria morrer,mas salvar vidas, ela iria.
A Pastoral da Criança precisa sempre de doações e voluntários, ajude:
Se tiver problemas de acesso, tente: No susto do luto e na pressa da homenagem, faltaram-me palavras. Um amigo enviou-me o link de um texto que diz tudo o que eu gostaria de dizer sobre essa mulher de sorriso sempre aberto. Leiam o texto, no blog do Mario Viana, dramaturgo e roteirista:
Update:
Contei a história de Zilda Arns e da Pastoral da Criança para minha menina, e ela decidiu doar todo o dinheiro do seu cofrinho para a obra.