"É a vida, mais que a morte, a que não tem limites."

terça-feira, 19 de julho de 2011

O FIM?

Este é um espaço para eu falar do meu amor por minha filha e também sobre mim. Um lugar para preservar memórias amorosas. Pessoal e íntimo. Por isso mesmo, meio anônimo. Pessoas queridas sabem me encontrar aqui, mas me sinto triste ao saber que outras aqui vem para invadir o que só a poucos quero mostrar.

Esse desagrado tem sido a causa do meu silêncio. Talvez supere e volte a escrever. Talvez não...

Seja como for, o amor está em meu caminho e ao meu lado.

Obrigada a todos que aqui vem em paz. Sigam assim.

8 comentários:

Tamyris Dias disse...

Semana passada, em são paulo, estava em busca de coisas lindas (estava precisando ver algo relacionado ao amor bom porque eu estava com o amor mau do lado "ex ligou") e resolvi passar aqui mas não tinha nada "novo". Não gosto quando não atualiza. Acho tão bonita a cumplicidade de vocês duas. Adoro ler tudo o que escreve da minha "alma gêmea" e sobre você também, alias, sobre vocês duas. Hunf. Mas não suma assim!!! Sentimos falta dos seus textos bonitos, aqueles que só você sabe escrever.

Ana disse...

Espero que supere! Também gosto muito dos seus textos.

Heloísa disse...

Nina,
É uma despedida?
Tenho notado esse desânimo em muitas blogueiras. Eu mesma, volta e meia, penso em parar.
É pena mas, de qualquer forma, não perderemos o contato.
Beijo.

Danny disse...

Amiga, espero que não seja o fim não, quero ter sempre seu blog para ler, amo estar aqui, sempre sinto muito paz ao ler, suas palavras são doces, amo estar aqui.
Beijos!

Silvana Alves disse...

Nina, às vezes me deparo com esse tormento tbém... mas não desanime e volte a atualizar, tenho saudades de vc e sua alice... semana de bênçãos

Anônimo disse...

Nina,
Quantas noites escuras ainda terei que enfrentar? Sei, somente, que uma chegou ao fim, com direito a hematomas e polícia. É o fim? Não! É recomeço, trabalho de reconstrução. Paradoxal, mas, continuo te amando e torcendo por você e pela pequena fadinha. Não sei direito o que fazer nessa reconstrução, sei, apenas, o que não fazer.
Preciso ouvir você, algum poema ou uma bela música... Aceito desaforos também.
Só não aceito o fim.
Brigue comigo, reafirme o que já me disse, mas, não, nunca, diga FIM.

Um beijo do muito machucado,

RMG

Magda Faria disse...

Seus escritos nos alimentam e isso tem que ser maior do que a mediocridade de alguns.
Volta logo :-(

Magda Faria disse...

Seus escritos nos alimentam e isso tem que ser maior do que a mediocridade de alguns.
Volta logo :-(

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